domingo, 13 de março de 2011

A Voz

A lágrima do meu rosto cai no chão
o silêncio faz-se ouvir em furacão
o peso do meu peso sem perdão...
Conseguiria ver se não fosse o meu horizonte
penso para curar e curo acima da minha fronte
com o meu humedecido olhar, não há palavras...
Só o tempo fortalece a voz, o sussurro.
O trovão irrompe a alma e instala a tempestade...
A tempestade ao máximo expoente
a verdade a máxima força...
A incompreensão são decibéis desmedidos e selvagens
não equilibram a canção da minha voz... nem a voz da canção.

Pedro F Patricio

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