(Poema dedicado a Coimbra)
Passo a passo
subi para ver quem eras
encontrei o Mondego,
aquele que traz a lágrima
a derramar o sentido
e a alma por todo o lado.
No ouvido trazia a música
prisioneira dos sentidos.
Sussurrava a história
de que entre ela e eu
existiu o tal amor
e que a "Inês" assim o quer.
A dormir no cimo,
ela te acolhe de braços abertos
para que a possas acarinhar
e ao desenho que cega o olhar
diz as primeiras e últimas palavras:
virtude escondida
e beleza acrescida
da distância do sonho
perto do coração;
o meu abraço.
E assim parece que conheces o "Pedro",
e ao paraíso do ser e existir,
entre mim e o elixir
do corpo, do espírito e dos sentidos...

Autor: Pedro F Patricio
Passo a passo
subi para ver quem eras
encontrei o Mondego,
aquele que traz a lágrima
a derramar o sentido
e a alma por todo o lado.
No ouvido trazia a música
prisioneira dos sentidos.
Sussurrava a história
de que entre ela e eu
existiu o tal amor
e que a "Inês" assim o quer.
A dormir no cimo,
ela te acolhe de braços abertos
para que a possas acarinhar
e ao desenho que cega o olhar
diz as primeiras e últimas palavras:
virtude escondida
e beleza acrescida
da distância do sonho
perto do coração;
o meu abraço.
E assim parece que conheces o "Pedro",
e ao paraíso do ser e existir,
entre mim e o elixir
do corpo, do espírito e dos sentidos...

Autor: Pedro F Patricio
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