terça-feira, 15 de março de 2011

A Orquídea

O traço suave e estilizado,
será por mim o mais amado
e na sua esplendorosa elegância
nasce fonte eterna da ganância.

A infinita selva do meu amor
escorre lentamente em minha dor
como se fosse uma lágrima de perfídia
ao levar de mim essa orquídea.

Não a leves de mim, não
do meu sentir, da minha mão
Deixa-a! E verás a verdade,

da eloquência e da terna idade
do cheiro perdido do passado
e meu coração em ti, terá ficado.

Autor: Pedro F Patrício

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