domingo, 13 de março de 2011

Segue-me

Tão difícil é definir
como difícil é saber
mas a parábola em meu juízo
é para dar o que tenho
não atendendo à mágoa
o seu papel de raínha
e em ti viverei a simplicidade
de amar o amor
mas preciosa como és
farei as palavras só a ti
porque te defino ao parágrafo.
Saberei a tempo que és
e que sou em ti
o epicentro de tremor
de palavras ao sol,
e em toda a lua
do planeta-universo
dentro de âmagos ao ardor
de coração-químico na mão
e dois não são um, mas um mesmo, são dois
para não parar senão em ti
quando tu te defines.
Só quereria a ti olhar
e precisar de te pedir
o amor e apenas este
que me dês para me bastar,
e pouco sou de corpo
mas muito para contigo
mais que tempo e espaço,
menos que universo-intrínseco.
Perder é tão bonito
aos teus olhos,
que brilham a Orion
ente de beleza eterna
para implicar ao desatino
de não esquecer o que se esquece
e falar é comer emoções,
de dentro do psi
e o psi de amar é isto
e pois, sem isto não me sigas...

Autor Pedro F Patricio

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