Os meus olhos pousam em ti,
e logo os teus encontram-nos assim;
infinito azul em que me perdi;
flutuando, por universo sem fim.
Traços dourados me afagam,
suavemente em mil ou mais pedaços,
centenas de memórias se apagam,
pertenço a ti, estabeleço mil laços
A silhueta que te dá contorno
jaz nas profundezas do perfeito
da sereia que és sem retorno
desse brilho teu em meu peito
do silêncio e calma da alma
da exultação, do amor em teu leito.
Autor: Pedro F Patricio
Este poema foi um dia transformado em fado pelo Coral Quecofónico do Cifrão e é dedicado à mulher loira, de olhos azuis...
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